Greve da Função pública esta sexta-feira pode originar o fecho de escolas, causar transtornos em serviços de saúde, finanças entre outros
A greve e manifestação convocadas para esta sexta-feira, poderá provocar perturbações alargadas em vários setores da administração pública e também do setor privado, num dia marcado por uma manifestação nacional da CGTP em Lisboa contra o pacote laboral em discussão.
A paralisação, associada à mobilização para o protesto, deverá afetar áreas como educação, saúde, administração local, IPSS, restauração, espetáculos e serviços administrativos, com impacto potencial em milhares de trabalhadores e utentes em todo o país.
Setores abrangidos por pré-avisos de greve
Diversas estruturas sindicais emitiram pré-avisos de greve para coincidir com a manifestação nacional “Abaixo o pacote laboral”, convocada pela CGTP e agendada para as 14h30, com início na zona do Saldanha e término junto à Assembleia da República.
Entre as organizações envolvidas estão o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, bem como a Federação dos Sindicatos da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT).
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) avançou igualmente com uma greve de âmbito nacional, abrangendo todo o trabalho no dia da paralisação, com o objetivo de permitir a
Setores abrangidos por pré-avisos de greve
Diversas estruturas sindicais emitiram pré-avisos de greve para coincidir com a manifestação nacional “Abaixo o pacote laboral”, convocada pela CGTP e agendada para as 14h30, com início na zona do Saldanha e término junto à Assembleia da República.
Entre as organizações envolvidas estão o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, bem como a Federação dos Sindicatos da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT).
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) avançou igualmente com uma greve de âmbito nacional, abrangendo todo o trabalho no dia da paralisação, com o objetivo de permitir a
O impacto da paralisação deverá sentir-se sobretudo em serviços públicos essenciais. Estão previstas fortes perturbações em escolas, com possibilidade de encerramentos parciais ou totais, dependendo do nível de adesão dos professores e funcionários, segundo adianta fonte da CGTP á comunicação social.
Edição: PJ Cruz
Abrantes em Frente | Mourões
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