Portugal registou mais 12 mortes, 2.897 casos confirmados e 857 pessoas recuperadas da Covid-19 este domingo | Internados voltam a ser mais

Em Portugal foi registado mais 2,897 casos confirmados de Covid-19, 12 mortes, a lamentar, 857 pessoas recuperadas e mais 1.048 pessoas em vigilância ativa, nos dados referentes às últimas 24 horas divulgados pela DGS, de domingo, 28 de Novembro de 2021.

DR

O número de doentes internados continua a subir, mantendo-se sem alteração nos cuidados intensivos. Estamos na zona vermelha de transmissibilidade com 279,8 casos por 100 mil habitantes um valor voltou a subir, com o índice Rt a estar nos 1,19.

Novas medidas de restrição entram em vigor a partir de quarta-feira (feriado) dia 01 de dezembro de 2021, onde entramos novamente em Estado de Calamidade.


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  • Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.142.707 casos positivos, com os 2.897 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 37% do total do país;
  • Recuperaram mais 857 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.070.573 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
  • Foi registado mais 12 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 18.417 mortes devido à pandemia;
  • São mais 2.028 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total  53.717 pessoas.
  • São mais 1.048 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 60.630 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 279,8 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,20 a nível nacional e 280,2 casos no Continente, com índice Rt em 1,19 um valor que se manteve no sentido na incidência de contágio.

De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:

Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 7.821 (+5), seguindo-se a região Norte com 5.643 (+1), depois a região Centro com 3.247 (-), a seguir a região do Alentejo com 1.061 (-), depois a região Sul com 504 (+2), segue-se o arquipélago da Madeira com 93 (+4) e por fim os Açores com 48 (-).

A taxa de letalidade global situa-se nos 3,40% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos está em 5,3%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.

Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:


Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 764 (+56) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 104 (-) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que desceu as camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, mantendo-se nos cuidados intensivos.

De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:


QUADRO DADOS NACIONAIS

Apesar de serem levantadas a maioria das restrições, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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