Portugal registou mais 17 mortes, 4.670 casos confirmados e 2.446 pessoas recuperadas da Covid-19 esta quarta-feira | Taxa de incidência volta a aumentar

Em Portugal foi registado mais 4.670 casos confirmados de Covid-19, 17 mortes, a lamentar, 2.446 pessoas recuperadas e estão mais 2.821 pessoas em vigilância ativa, nos dados referentes às últimas 24 horas divulgados pela DGS, de quarta-feira, 01 de Dezembro de 2021, feriado nacional, dia da independência. Novas medidas de combate à pandemia entram hoje em vigor.

DR

O número de doentes internados continua a subir, não sofrendo alteração os que necessitam de cuidados intensivos. Estamos na zona vermelha de transmissibilidade com 349,8 casos por 100 mil habitantes um valor voltou a subir, com o índice Rt a estar nos 1,15.

Novas medidas de restrição entraram em vigor, sendo decretado o Estado de Calamidade.

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  • Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.151.919 casos positivos, com os 4.670 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • O Norte voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 38% do total do país;
  • Recuperaram mais 2.446 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.077.683 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
  • Foi registado mais 17 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 18.458 mortes devido à pandemia;
  • São mais 2.207 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total  55.778 pessoas.
  • São mais 2.821 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 67.805 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 349,8 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,15 a nível nacional e 351,4 casos no Continente, com índice Rt em 1,16 um valor que voltou a subir no sentido na incidência de contágio.

De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:

Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 7.834 (+4), seguindo-se a região Norte com 5.647 (+2), depois a região Centro com 3.257 (+6), a seguir a região do Alentejo com 1.063 (+1), depois a região Sul com 509 (+1), segue-se o arquipélago da Madeira com 99 (+3) e por fim os Açores com 49 (-).

A taxa de letalidade global situa-se nos 3,63% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos está em 5,3%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.

Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:


Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 841 (+8) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 116 (-) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que subiu as camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, mantendo nos cuidados intensivos.

De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:



QUADRO DADOS NACIONAIS

Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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