Portugal com mais 16 mortes, 5.754 casos confirmados e 6.551 recuperados da Covid-19 esta terça-feira

Em Portugal foi registado mais 5.754 casos confirmados, 16 mortes, 6.551 pessoas recuperadas da Covid-19, e estão mais 2.590 pessoas em vigilância ativa nos dados divulgados pela DGS, de terça-feira, 21 de Dezembro de 2021. Índice Rt está nos 558,5 casos por 100 mil habitantes.

DR

O número de doentes internados desceu, subindo o número de camas ocupadas nos cuidados intensivos. Estamos na zona vermelha de transmissibilidade. Novas medidas de restrição estão em vigor, estamos em Estado de Calamidade e as novas medidas previstas para o ano novo vão ser antecipadas, para o dia de Natal.
  • Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.233.608 casos positivos, com os 5.754 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 42% do total do país;
  • Recuperaram mais 6.551 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.141.909 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
  • Foi registado mais 16 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 18.812 mortes devido à pandemia;
  • São menos 813 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total  72.887 pessoas.
  • São mais 2.590 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 103.545 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 558,5 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,07 a nível nacional e 562,3 casos no Continente, com índice Rt em 1,06 um valor que se manteve no sentido na incidência de contágio.

De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:


Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 7.930 (+8), seguindo-se a região Norte com 5.740 (+2), depois a região Centro com 3.327 (+2), a seguir a região do Alentejo com 1.083 (+1), depois a região Sul com 567 (+3), segue-se o arquipélago da Madeira com 115 (-) e por fim os Açores com 50 (-).

A taxa de letalidade global situa-se nos 4,1% e a taxa de letalidade acima dos 80 anos está em 34%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.

Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:


Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 904 (-39) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 153 (+1) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que desceu o número de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, subindo o número nos cuidados intensivos.

De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:

QUADRO DADOS NACIONAIS

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Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.

COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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