Portugal registou mais 3 mortes, 375 casos positivos e 669 pessoas recuperadas da Covid-19 nas últimas 24H
O boletim epidemiológico de terça-feira dia 25 de Maio de 2021, emitido pela DGS, indica-nos que, mais 375 pessoas testaram positivo, foram registados 3 óbitos, recuperaram mais 669 pessoas da infeção por Covid-19 e entraram 263 pessoas da vigilância nas últimas 24 horas. O número de doentes internados diminuiu, com a taxa de incidência a fixar-se nos 1,06 a nível nacional, mantendo-se na zona amarela de transmissibilidade.
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O índice de contágio (Rt) está em 1.06 no Continente, e em 1.06 a nível Nacional. A taxa de incidência no Continente situa-se nos 52.5 casos de infeção por 100.000 habitantes, estando a mesma em 55.6 casos de infeção a nível Nacional.
Quanto aos números da pandemia em traços gerais são os seguintes:
O País chega a um total acumulado de 845.840 casos positivos, com os 375 casos confirmados nas últimas 24H;
A região de Lisboa e Vale do Tejo absorveu 45% dos casos registados no dia de ontem;
Recuperam 669 pessoas da infeção, atingindo um total de 806.648 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
Foi registado 3 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 17.021 mortes devido à pandemia;
São menos 297 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total 22.171 pessoas.
Entraram de vigilância ativa 263 pessoas, estando agora em contacto com as autoridades locais de saúde, 19.851 pessoas.
De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:
Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 7.211 (-), seguindo-se a região Norte com 5.354 (+1), depois a região Centro com 3.021 (+1), a seguir a região do Alentejo com 971 (-), depois a região Sul com 363 (-), segue-se o arquipélago da Madeira com 68 (-) e por fim os Açores com 33 (+1).
A taxa de letalidade global situa-se nos 4,2% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos está em 5,3%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.
Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:
Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 237 (-2) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 52 (-5) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam uma diminuição de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde.
De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:
Estamos na 4.ª fase de desconfinamento, e em Estado de calamidade, onde mais comércio e serviços reabriram portas, mais estabelecimentos comerciais podem ter mais clientes, pelo que todas as precauções com o vírus devem de ser tomadas, pois o mesmo ainda n
ão desapareceu, não existe imunidade de grupo, sob pena de a melhor situação que agora se vive, poder desaparecer e termos de voltar a um confinamento geral, que nada nos trará de volta, além de que a pessoa infetada pelo vírus poderá não conseguir recuperar, como em muitos casos que assistimos e não se sabe o que o mesmo provocará nas pessoas a longo prazo.
ão desapareceu, não existe imunidade de grupo, sob pena de a melhor situação que agora se vive, poder desaparecer e termos de voltar a um confinamento geral, que nada nos trará de volta, além de que a pessoa infetada pelo vírus poderá não conseguir recuperar, como em muitos casos que assistimos e não se sabe o que o mesmo provocará nas pessoas a longo prazo.
Evite situações de que não necessite sair de casa e quando tem de sair mantenha todas as precauções de proteção existentes contra o vírus, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
- febre
- tosse seca
- cansaço
Sintomas menos comuns:
- tensão e dores musculares
- dores de garganta
- diarreia
- conjuntivite
- dor de cabeça
- perda de paladar ou olfato
- irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
Gráficos: PJ Cruz





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