Portugal teve um registo este sábado de mais 10 mortes, 612 novos casos e 703 pessoas recuperadas da Covid-19 | Estamos perto novamente da zona amarela

Em Portugal foi registado mais 612 novos casos confirmados de Covid-19, 10 mortes, a lamentar, 703 pessoas recuperadas e estão mais 204 pessoas em vigilância ativa, nos dados referentes às últimas 24 horas divulgados pela DGS esta sábado, 16 de outubro de 2021. O número de doentes internados baixou, subindo nos cuidados intensivos. Estamos a entrar novamente na zona amarela de transmissibilidade com 84,2 casos por 100 mil habitantes um valor que subiu, com o índice Rt a subir para 1,00.

DR


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  • Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.079.341 casos positivos, com os 612 casos confirmados nas últimas 24H;
  • Lisboa e Vale do Tejo  foi a região com mais casos registados com cerca de 45% do total do país;
  • Recuperam mais 703 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.031.142 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
  • Foi registado mais 10 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 18.088 mortes devido à pandemia;
  • São menos 101 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total  30.111 pessoas.
  • São mais 204 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 21.630 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 84,2 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,00 a nível nacional e 84,4 casos no Continente, com índice Rt em 1,00 um valor que subiu no sentido na incidência de contágio.

De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:



Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 7.704 (-), seguindo-se a região Norte com 5.581 (+2), depois a região Centro com 3.167 (+3), a seguir a região do Alentejo com 1.044 (+3), depois a região Sul com 474 (+1), segue-se o arquipélago da Madeira com 73 (+1) e por fim os Açores com 44 (-).

A taxa de letalidade global situa-se nos 1,71% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos está em 5,3%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.

Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:


Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 285 (-16) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 59 (+4) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que desceu as camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, subindo nos cuidados intensivos.

De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:



Quadro dados nacionais

Apesar de serem levantadas a maioria das restrições, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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