PJCruz/ANF 19:00''O boletim epidemiológico da DGS desta Sexta-feira 11/09/2020, revela uma enorme subida de novos doentes infectados, foram mais 687, mantendo a tendência de números altos. A lamentar mais 3 mortes nas últimas 24 horas. Recuperaram da infecção mais 203 doentes, encontram-se assim activas 17.314 pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2, uma margem em subida nos últimos 15 dias. Estão em vigilância activa pelas autoridades de saúde, 35.712 pessoas.

DR
Os dados revelados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que:

- No total acumulado são: 62.813 os casos confirmados de doentes infectados pelo vírus Covid-19, sendo mais (687) positivos em relação ao dia anterior;
- Na relação entre doentes; infectados e recuperados, os infectados voltaram a superar com mais (+ 481), revelando uma aumento exponencial, em relação com os novos casos positivos;
- A região de Lisboa e Vale do Tejo voltou a registar mais casos do que as restantes do País com 70% dos mesmos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 3 óbitos a lamentar, hoje, passando a um total de 1855, reportados 2 na região de Lisboa e Vale do Tejo e 1 no Algarve;
- Os doentes recuperados foram 203, estando agora com um total de 43.644;
- Estão activos em Portugal infectados com o vírus covid-19, 17.314 (+ 481) pessoas.
- Os doentes em vigilância activa, subiram, são agora 35.712 (+ 531) pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde;
- Doentes a necessitar de tratamento hospitalar com uma ligeira descida com menos 2 pacientes;
- Devemos respeitar mais que nunca todos as indicações dadas pelas autoridades de saúde, pois estamos na eminencia de entrarmos num descontrolo desta epidemia.
Num total nacional de 1855 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 852, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 694, a região centro com 254, o Alentejo soma 22 óbitos, Algarve passa a somar 18 e os Açores com 15.
Na Madeira não existe registo de óbitos.
Estão internados em unidades hospitalares do país: 402 (- 2) doentes, dos quais 54 (- 3) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma ligeira descida de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.
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