Portugal com mais 22 mortes, 40.134 novos casos confirmados e 30.041 pessoas recuperadas da Covid-19 esta quinta-feira | Internamentos voltam a aumentar
Em Portugal foi registado mais 40.134 casos confirmados, 22 mortes, 30.041 pessoas recuperadas da Covid-19, e estão menos 7.240 pessoas em vigilância ativa nos dados divulgados pela DGS, de quinta-feira, 13 de Janeiro de 2022. O número de pessoas internadas aumentou, estando na casa das mil e seiscentas. O Índice Rt subiu para 2.302,9 casos por 100 mil habitantes.
| DR |
O número de doentes internados é agora menor, diminuindo também o número de camas ocupadas nos cuidados intensivos. Atingimos o pico mais alto de sempre na zona de transmissibilidade. Novas medidas de restrição estão em vigor, estamos em Estado de Calamidade e as normas em vigor terminam este domingo.
- Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.774.477 casos positivos, com os 40.134 casos confirmados nas últimas 24 horas;
- Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 41% do total do país;
- Recuperaram mais 30.041 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.468.309 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
- Foi registado mais 22 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 19.203 mortes devido à pandemia;
- São mais 10.071 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total 286.965 pessoas.
- São menos 7.240 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 244.232 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 3.615,9 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,23 a nível nacional e 3.615,3 casos no Continente, com índice Rt em 1,23 um valor que voltou a subir no sentido na incidência de contágio.
De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:
Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 8.091 (+12), seguindo a região Norte com 5.834 (+6), depois a região Centro com 3.392 (+3), a seguir a região do Alentejo com 1.097 (0), depois a região Sul com 602 (0), segue-se o arquipélago da Madeira com 132 (0) e por fim os Açores com 55 (+1).
A taxa de letalidade global situa-se nos 4,1% e a taxa de letalidade acima dos 80 anos está em 34%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.
Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:
Gráfico Parcial n.º óbitos em Portugal | @anf
Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 1.699 (+64) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 162 (-5) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que aumentou o número de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, descendo o número nos cuidados intensivos.
De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:
Quadro Síntese Dados Nacionais Covid-19 | ANF@
Vacina COVID-19 + GRIPE | Pedido de agendamentoFaixa etária:- 60 ou mais anos para dose de reforço contra a COVID-19 e/ou Gripe
- 45 ou mais anos para dose de reforço contra a COVID-19
- 18 ou mais anos vacinados com vacina Janssen há 90 ou mais dias
Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19, transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:- febre
- tosse seca
- cansaço
Sintomas menos comuns:- tensão e dores musculares
- dores de garganta
- diarreia
- conjuntivite
- dor de cabeça
- perda de paladar ou olfato
- irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz - ANF/MAF/FFAabrantesnafrenteblog@gmail.comGráficos: PJ Cruz
- Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.774.477 casos positivos, com os 40.134 casos confirmados nas últimas 24 horas;
- Lisboa e Vale do Tejo voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 41% do total do país;
- Recuperaram mais 30.041 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.468.309 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
- Foi registado mais 22 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 19.203 mortes devido à pandemia;
- São mais 10.071 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total 286.965 pessoas.
- São menos 7.240 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 244.232 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 3.615,9 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,23 a nível nacional e 3.615,3 casos no Continente, com índice Rt em 1,23 um valor que voltou a subir no sentido na incidência de contágio.
De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:
Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 8.091 (+12), seguindo a região Norte com 5.834 (+6), depois a região Centro com 3.392 (+3), a seguir a região do Alentejo com 1.097 (0), depois a região Sul com 602 (0), segue-se o arquipélago da Madeira com 132 (0) e por fim os Açores com 55 (+1).
A taxa de letalidade global situa-se nos 4,1% e a taxa de letalidade acima dos 80 anos está em 34%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.
Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:
| Gráfico Parcial n.º óbitos em Portugal | @anf |
Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 1.699 (+64) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 162 (-5) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que aumentou o número de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, descendo o número nos cuidados intensivos.
De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:
Quadro Síntese Dados Nacionais Covid-19 | ANF@
Vacina COVID-19 + GRIPE | Pedido de agendamento
Faixa etária:
- 60 ou mais anos para dose de reforço contra a COVID-19 e/ou Gripe
- 45 ou mais anos para dose de reforço contra a COVID-19
- 18 ou mais anos vacinados com vacina Janssen há 90 ou mais dias
Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19, transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
- febre
- tosse seca
- cansaço
Sintomas menos comuns:
- tensão e dores musculares
- dores de garganta
- diarreia
- conjuntivite
- dor de cabeça
- perda de paladar ou olfato
- irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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