Portugal com mais 33 mortes, 32.271 novos casos positivos e 14.516 pessoas recuperadas da Covid-19 neste domingo | Aumentam os doentes internados
Em Portugal foi registado mais 32.271 casos confirmados, 33 mortes, 14.516 pessoas recuperadas da Covid-19, e estão menos 18.910 pessoas em vigilância ativa nos dados divulgados pela DGS, de domingo, 16 de Janeiro de 2022. O número de pessoas internadas aumentou, estando na casa das mil e oitocentas. O Índice Rt subiu para 3.813,6 casos por 100 mil habitantes.
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O número de doentes internados voltou a subir, aumentando também o número de camas ocupadas nos cuidados intensivos. Atingimos o pico mais alto de sempre na zona de transmissibilidade. Novas medidas de restrição estão em vigor, estamos em Estado de Calamidade e as normas em vigor terminam este domingo.
- Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.884.974 casos positivos, com os 32.271 casos confirmados nas últimas 24 horas;
- O Norte voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 42% do total do país;
- Recuperaram mais 14.516 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.538.316 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
- Foi registado mais 33 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 19.303 mortes devido à pandemia;
- São mais 17.722 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total 327.355 pessoas.
- São mais 18.910 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 280.944 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 3.813,6 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,19 a nível nacional e 3.796,0 casos no Continente, com índice Rt em 1,23 um valor que se manteve no sentido na incidência de contágio.
De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:
Gráfico parcial de casos positivos em Portugal | @anf
Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 8.132 (+14), seguindo a região Norte com 5.866 (+8), depois a região Centro com 3.405 (+4), a seguir a região do Alentejo com 1.102 (+3), depois a região Sul com 605 (+2), segue-se o arquipélago da Madeira com 138 (+2) e por fim os Açores com 55 (0).
Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:
Gráfico Parcial n.º óbitos em Portugal | @anf
Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 1.813 (+80) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 168 (+5) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que subiu o número de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, aumentando o número nos cuidados intensivos.
De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:
Quadro Síntese Dados Nacionais Covid-19 | ANF@
Vacina COVID-19 + GRIPE | Pedido de agendamento
Tem 60 ou mais anos e ainda não foi vacinado com a dose de reforço contra a gripe, clique aqui.
Tem 50 ou mais anos e foi vacinado com a vacina da Jansen, clique aqui.
Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19, transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
- febre
- tosse seca
- cansaço
Sintomas menos comuns:
- tensão e dores musculares
- dores de garganta
- diarreia
- conjuntivite
- dor de cabeça
- perda de paladar ou olfato
- irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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