Portugal com mais 46 mortes, 43.729 novos casos confirmados e 42.055 pessoas recuperadas | Novo máximo de casos positivos superado
Em Portugal foi registado mais 43.729 casos confirmados, 46 mortes, 42.055 pessoas recuperadas da Covid-19, e estão menos 23.793 pessoas em vigilância ativa nos dados divulgados pela DGS, de terça-feira, 18 de Janeiro de 2022. O número de pessoas internadas aumentou, estando na casa das mil e novecentas. O Índice Rt subiu para 3.840,0 casos por 100 mil habitantes.
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O número de doentes internados voltou a subir, diminuindo o número de camas ocupadas nos cuidados intensivos. Atingimos o pico mais alto de sempre na zona de transmissibilidade. Novas medidas de restrição estão em vigor, estamos em Estado de Calamidade e as normas em vigor terminam este domingo.
- Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.950.620 casos positivos, com os 43.729 casos confirmados nas últimas 24 horas;
- O Norte voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 44% do total do país;
- Recuperaram mais 42.055 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.598.454 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
- Foi registado mais 46 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 19.380 mortes devido à pandemia;
- São mais 1.628 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total 332.786 pessoas.
- São mais 23.793 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 324.954 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 3.840,0 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,13 a nível nacional e 3.840,0 casos no Continente, com índice Rt em 1,13 um valor que se manteve no sentido na incidência de contágio.
De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:
Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 8.174 (+25), seguindo a região Norte com 5.883 (+11), depois a região Centro com 3.414 (+6), a seguir a região do Alentejo com 1.103 (0), depois a região Sul com 609 (+1), segue-se o arquipélago da Madeira com 142 (+3) e por fim os Açores com 55 (0).
Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:
Gráfico Parcial n.º óbitos em Portugal | @anf
Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 1.955 (+17) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 160 (-14) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que subiu o número de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, diminuindo o número nos cuidados intensivos.
De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:
Quadro Síntese Dados Nacionais Covid-19 | ANF@
Vacina COVID-19 + GRIPE | Pedido de agendamento
Tem 60 ou mais anos e ainda não foi vacinado com a dose de reforço contra a gripe, clique aqui.
Tem 50 ou mais anos e foi vacinado com a vacina da Jansen, clique aqui.
Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19, transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
- febre
- tosse seca
- cansaço
Sintomas menos comuns:
- tensão e dores musculares
- dores de garganta
- diarreia
- conjuntivite
- dor de cabeça
- perda de paladar ou olfato
- irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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