Portugal com mais 31 mortes, 21.917 novos casos confirmados e 18.083 pessoas recuperadas da Covid-19 esta segunda-feira

Em Portugal foi registado mais 21.917 casos confirmados, 31 mortes, 18-083 pessoas recuperadas da Covid-19, e estão menos 20.217 pessoas em vigilância ativa nos dados divulgados pela DGS, de segunda-feira, 17 de Janeiro de 2022. O número de pessoas internadas aumentou, estando na casa das mil e novecentas. O Índice Rt subiu para 3.840,0 casos por 100 mil habitantes.

DR

O número de doentes internados voltou a subir, aumentando também o número de camas ocupadas nos cuidados intensivos. Atingimos o pico mais alto de sempre na zona de transmissibilidade. Novas medidas de restrição estão em vigor, estamos em Estado de Calamidade e as normas em vigor terminam este domingo.
  • Em traços gerais o País chega a um total acumulado de 1.906,891 casos positivos, com os 21.917 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • O Norte voltou a ser a região com mais casos registados com cerca de 41% do total do país;
  • Recuperaram mais 18.083 pessoas da infeção, atingindo um total de 1.556.399 pessoas recuperadas do vírus Covid-19.
  • Foi registado mais 31 óbitos nas últimas 24 horas, estando com um total de 19.334 mortes devido à pandemia;
  • São mais 3.803 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total  331.158 pessoas.
  • São mais 20.217 pessoas em vigilância ativa, estando em contacto com as autoridades locais de saúde, 301.161 pessoas.
A nível dos contágios, a taxa de incidência está nos 3.840,0 casos de infeção por 100 mil habitantes, com o índice Rt em 1,13 a nível nacional e 3.840,0 casos no Continente, com índice Rt em 1,13 um valor que voltou a subir no sentido na incidência de contágio.

De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:

Gráfico parcial de casos positivos em Portugal | @anf

Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde existe o maior número, com um total de 8.149 (+17), seguindo a região Norte com 5.872 (+6), depois a região Centro com 3.408 (+3), a seguir a região do Alentejo com 1.103 (+1), depois a região Sul com 608 (+3), segue-se o arquipélago da Madeira com 139 (+1) e por fim os Açores com 55 (0).

Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:

Gráfico Parcial n.º óbitos em Portugal | @anf

Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país verificamos que estão 1.938 (+125) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 174 (+6) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam que subiu o número de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde, aumentando o número nos cuidados intensivos.

De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:

Quadro Síntese Dados Nacionais Covid-19 | ANF@

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Voltámos ao estado de calamidade, o vírus ainda se encontra ativo, pelo que, todas as precauções de proteção existentes, devem de continuar a ser assimiladas e de acordo com as indicações da DGS, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.

COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19, transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

PJCruz - ANF/MAF/FFA
abrantesnafrenteblog@gmail.com
Gráficos: PJ Cruz

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