O País registou mais 501 casos positivos, 2 óbitos e 542 pessoas recuperadas da Covid-19 nas últimas 24H | Terceira fase de desconfinamento vai em frente

O boletim epidemiológico de quinta-feira dia 15 de Abril de 2021, emitido pela DGS, indica-nos que, mais 501 testaram positivo, ocorreram mais 2 óbitos a lamentar e recuperaram 542 pessoas da infeção por Covid-19 nas últimas 24H. O número de doentes internados voltou a diminuir e as pessoas em vigilância ativa tiveram um forte aumento. O índice de contágio (Rt) voltou a ter um aumento, com a taxa de incidência a seguir o mesmo trajeto. Portugal segue para a terceira fase de desconfinamento mas com restrições e reaberturas


DR

Os dados da DGS referentes às últimas 24H em Portugal, revelam que o número de pessoas infetadas pelo vírus teve uma pequena descida, continuando em descida as pessoas infetadas.
As pessoas que recuperaram da infeção foram inferiores aos novos casos positivos, indicando que, o total de pessoas com vírus em evolução é maior.
Os óbitos, a lamentar, por Covid-19 no país diminuíram, em relação a dias anteriores.
Já as pessoas a necessitar de cuidados hospitalares voltaram a ser menos, diminuindo também os doentes que estão em cuidados intensivos.
Já o índice de contágio (Rt) subiu novamente para 1,05 no Continente, estando agora em 1.06 a nível Nacional.
A taxa de incidência no Continente situa-se nos 69,0 casos de infeção por 100.000 habitantes, estando a mesma em 72,4 casos de infeção a nível Nacional.

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Um estudo revelado no passado fim-de-semana pelo Instituto Ricardo Jorge aponta para o aumento em mais do dobro do número de casos positivos em 86 dias, menos de 3 meses.

Estamos a chegar à 3.ª fase de desconfinamento, ainda dentro de um Estado de Emergência Nacional, onde mais comércio e serviços vão reabrir portas, mais estabelecimentos comerciais poderão ter mais clientes, os restantes alunos do secundário e universitário vão regressar às aulas presencias, pelo que todas as precauções com o vírus devem de ser tomadas, pois o mesmo ainda não desapareceu, não existe imunidade de grupo, sob pena de a melhor situação que agora se vive, poderá desaparecer e termos de voltar a um confinamento geral, que nada nos trará de volta, além de que a pessoa infetada pelo vírus poderá não conseguir recuperar, com em muitos casos que assistimos e não se sabe o que o mesmo provocará nas pessoas a longo prazo.
Evite situações de que não necessite sair de casa e quando tem de sair mantenha todas as precauções de proteção existentes contra o vírus, para que o mesmo de propague e que não seja a próxima vitima da Covid-19.

Quanto aos números da pandemia em traços gerais são os seguintes:

O País chega a um total acumulado de 829.358 casos positivos, com os 501 casos confirmados nas últimas 24H;
A região de Lisboa e Vale do Tejo absorveu 39% dos casos registados no dia de ontem;
Recuperam 542 pessoas da infeção, atingindo um total de 787.011 pessoas recuperadas do vírus Covid-19;
Registaram-se mais 2 óbitos a lamentar, chegando a um total de 16.933 mortes devido à pandemia;
São menos 43 as pessoas ativas com o vírus em Portugal, estando com um total  25.414 pessoas.
Entraram em vigilância ativa 642 pessoas, estando agora em contato com as autoridades locais de saúde, 19.046 pessoas.

De seguida apresenta-se um gráfico evolutivo (Parcial) dos casos positivos confirmados no País:


Relativamente aos óbitos ocorridos em Portugal, a região de Lisboa e Vale do Tejo é onde foram mais registados com um total de 7.179 (-), seguindo-se a região Norte com 5.328 (+2), depois a região Centro com 3.004 (-), a seguir a região do Alentejo com 970 (-), depois a região Sul com 355 (-), segue-se o arquipélago da Madeira com 68 (-) e por fim os Açores com 29 (-).

A taxa de letalidade global situa-se nos 2,05% e a taxa de letalidade acima dos 80 anos está em 34,3%, sendo neste grupo etária onde está a maior concentração do número de óbitos com 75% do total de mortes por Covid-19 a nível Nacional.

Pode confirmar no gráfico seguinte a evolução (parcial) do número diário de óbitos e a sua evolução a nível nacional:


Relativamente a doentes que estão a necessitar de cuidados hospitalares em todo o país podemos verificar que estão 423 (-24) pessoas em enfermarias Covid-19, destas estão 109 (-7) em Unidades de Cuidados Intensivos, dados que revelam uma diminuição de camas ocupadas nos Hospitais para ser feito tratamentos pelos profissionais de saúde.

De seguida pode verificar um gráfico dos dados gerais nacionais anteriormente referenciados:




Nota informativa: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.

COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.

Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.

A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

Texto: PJCruz - MD/ANF
Gráficos: PJ Cruz


Texto: PJCruz - MD/ANF

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