Em Portugal houve mais 335 casos positivos com mais de 90% na Zona de Lisboa e Vale do Tejo | Óbitos baixaram | Doentes internados e em CI aumentaram

PJCruz/ANF 19:00''

Os dados do boletim epidemiológico da DGS, desta Quinta-feira dia 04 de Junho revelam que, o número de casos positivos foi de 335 em 24 horas, atingindo agora os 33.592 doentes infetados no total, com a sua grande maioria na zona de Lisboa e Vale do Tejo. O número de óbitos foi de 8, acumulando num total de 1.455. Estão 445 doentes internados em unidades hospitalares, dos quais 58 estão em cuidados intensivos. Já recuperaram 20323 pessoas do vírus Covid-19, foram mais 244 num dia.

 

Os dados do relatório da situação epidemiológica em Portugal, desta Quinta-feira dia 04 de Junho apresentados pela DGS, indica-nos que:

  • Em Portugal são 33.592 os casos confirmados de doentes infetados pelo vírus Covid-19, são mais (335) positivos face ao dia anterior, revelando um ligeiro aumento;
  • Mais de 90% dos casos, foram na região de Lisboa e Vale do Tejo, mais propriamente na zona de Lisboa.
  • número de óbitos também subiu, com o registo de mais (8) no dia de hoje, num total de 1455;
  • Os doentes recuperados tiveram um aumento de 210, estando agora com um total de 20.079;
  • Os números apresentados referem-se a 91% das notificações clínicas efetuadas no sistema SINAVE, programa oficial onde os mesmos devem ser declarados.

 

A taxa de letalidade global é de 4,36% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 15,1%.

O Norte regista o maior número de óbitos, 801, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 383, a região centro com 240, os Açores e Algarve com 15.

Na Madeira não existe registo de óbitos.

 

O relatório de situação da DGS aponta agora para 333106 casos suspeitos desde o início do ano, dos quais 297773 não confirmados e 1741 pessoas a aguardar resultado laboratorial. Estão em vigilância pelas autoridades de saúde 28685 pessoas em Portugal.

Estão internados em unidades hospitalares do país, 445 doentes, dos quais 58 estão em Unidades de cuidados intensivos, que revela um decréscimo nestes dados.

 



 

 

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