Portugal regista mais 82 mortes e 4.935 novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24 horas

O boletim epidemiológico da DGS de Quarta-feira dia 11 de Novembro revela que Portugal, registou mais 4.935 novos doentes infetados nas últimas 24 horas. A lamentar a ocorrência de mais 82 mortes por Covid-19. Mais 3.475 pessoas recuperaram da infeção pelo vírus.  Trata-se do dia com mais óbitos desde o inicio da pandemia no nosso país.

DR

Estamos em estado de emergência, não devemos descurar as medidas governamentais preconizadas, e ainda respeitar as diretrizes da DGS.

Os dados apresentados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que:

  • No total acumulado são: 192.172 casos positivos confirmados, com os 4.935 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
  • Os doentes recuperados foram 3.475, estando agora com um total de 106.878;
  • São mais 1.378 doentes, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 78.716 doentes ativos;
  • A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 57% dos casos positivos;
  • Voltou-se a ter o registo de mais 82 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 3.103, por Covid-19;
  • Os doentes em vigilância ativa tiveram uma descida, com menos 956são agora 89.107 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde;
  • O número de doentes a necessitarem de tratamento hospitalar, teve um aumento com mais 43 pacientes face ao dia anterior. São agora 2.785 camas ocupadas, com pacientes infetados pelo vírus.


A taxa de letalidade global é de 4,01% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 12,7%.

Num total nacional de 3.103 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 1.414 (+44), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1.181 (+19), a região Centro com 389 (+17), o Alentejo soma 71 (+2), Algarve com 31 (=), os Açores com 15 (=) e agora também a Madeira 2 (=).



Estão internados em unidades hospitalares do país: 2.785 (+43) doentes, dos quais 391 (+9) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam um aumento de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e também do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.






Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.

COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.

Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.

A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
febre
tosse seca
cansaço
Sintomas menos comuns:
tensão e dores musculares
dores de garganta
diarreia
conjuntivite
dor de cabeça
perda de paladar ou olfato
irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

PJCruz ANF-MAF

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