O boletim epidemiológico da DGS de Domingo dia 15 de Novembro revela que Portugal, registou mais 6.035 novos doentes infetados nas últimas 24 horas. A lamentar a ocorrência de mais 76 mortes por Covid-19. Mais 2.549 pessoas recuperaram da infeção pelo vírus. São já quase 3.000 os doentes internados e destes 415 em cuidados intensivos, o maior número registado até hoje. Mais 77 concelhos entram nas medidas restritivas do estado de emergência, incluído Abrantes.
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| DR |
Estamos em estado de emergência, não devemos descurar as medidas governamentais preconizadas, e ainda respeitar as diretrizes da DGS.
Os dados apresentados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que:- No total acumulado são: 217.301 casos positivos confirmados, com os 6.035 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
- Os doentes recuperados foram 2.549, estando agora com um total de 125.066;
- São mais 3.410 doentes, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 88.854 doentes ativos;
- A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 54% dos casos positivos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 76 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 3.381, por Covid-19;
- Os doentes em vigilância ativa tiveram novo aumento, com mais 2.668, são agora 94.604 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde;
- O número de doentes a necessitarem de tratamento hospitalar, teve um forte aumento com mais 131 pacientes face ao dia anterior. São agora 2.929 camas ocupadas, com pacientes infetados pelo vírus.
A taxa de letalidade global é de 4,01% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 12,7%.
Num total nacional de 3.381 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 1.563 (+44), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1.269 (+19), a região Centro com 422 (+11), o Alentejo soma 76 (=), Algarve com 34 (+2), os Açores com 15 (=) e a Madeira com 2 (=).
Estão internados em unidades hospitalares do país: 2.929 (+131) doentes, dos quais 415 (+2) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma diminuição de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:febretosse secacansaçoSintomas menos comuns:tensão e dores muscularesdores de gargantadiarreiaconjuntivitedor de cabeçaperda de paladar ou olfatoirritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF
- No total acumulado são: 217.301 casos positivos confirmados, com os 6.035 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
- Os doentes recuperados foram 2.549, estando agora com um total de 125.066;
- São mais 3.410 doentes, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 88.854 doentes ativos;
- A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 54% dos casos positivos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 76 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 3.381, por Covid-19;
- Os doentes em vigilância ativa tiveram novo aumento, com mais 2.668, são agora 94.604 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde;
- O número de doentes a necessitarem de tratamento hospitalar, teve um forte aumento com mais 131 pacientes face ao dia anterior. São agora 2.929 camas ocupadas, com pacientes infetados pelo vírus.
A taxa de letalidade global é de 4,01% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 12,7%.
Num total nacional de 3.381 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 1.563 (+44), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1.269 (+19), a região Centro com 422 (+11), o Alentejo soma 76 (=), Algarve com 34 (+2), os Açores com 15 (=) e a Madeira com 2 (=).
Estão internados em unidades hospitalares do país: 2.929 (+131) doentes, dos quais 415 (+2) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma diminuição de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.
Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
febre
tosse seca
cansaço
Sintomas menos comuns:
tensão e dores musculares
dores de garganta
diarreia
conjuntivite
dor de cabeça
perda de paladar ou olfato
irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF





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