Portugal tem hoje o número de óbitos mais alto 122 mortes e 5.604 novos casos de Covid-19 | Recuperaram mais 2.948 pessoas da infeção | Doentes internados perto dos 4 mil

Saúde | O boletim epidemiológico da DGS de 11 de Janeiro de 2021 mostra-nos mais 5.604 novos doentes infetados nas últimas 24 horas. A lamentar a ocorrência de mais 122 mortes por Covid-19, um novo máximo desde o inicio da pandemia. Por outro lado recuperaram mais 2.948 pessoas da infeção pelo vírus e voltou a aumentar o número de doentes internados para 3.983, destes 567 em cuidados intensivos. Novo confinamento geral está em equação pelo governo.

DR

Continuamos em Estado de Emergência nacional, pelo menos até ao próximo dia 15 de Janeiro, devido a esta crise pandémica que teima em não abalar, estando o governo e, vias de anunciar um novo confinamento geral, como aconteceu em Março/Abril/Maio de 2020.
O número de doentes infetados continua em alta, bem como os contatos em vigilância ativa. Também os doentes a necessitar de tratamento hospitalar continuam em crescendo, atingindo números que ainda não tínhamos visto. Os óbitos por Covid-19 estão na casa das centenas e hoje foi atingido um novo máximo. Todas as precauções devem de continuar a ser tomadas e ainda mais respeitadas, estamos numa situação nunca antes vista.

Os dados apresentados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que: 
  • No total acumulado são: 489.293 casos positivos confirmados, com os 5.604 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
  • Foram 2.948 os doentes recuperados da infeção pelo vírus, somando agora um total de 372.056;
  • São mais 2.354 novos doentes infetados, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 109.312 doentes ainda ativos pela infeção do SARS-COV-2;
  • A região de Lisboa e Vale do Tejo Norte volta a ser a região com mais casos confirmados das últimas 24 horas, com cerca de 46% do total;
  • Voltou-se a ter o registo de mais 122 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 7.925, por Covid-19;
  • Em vigilância ativa existiu um aumento com mais 3.082 pessoas, são agora 120.292 que estão em contacto com as autoridades de saúde.


A taxa de letalidade global é de 1.55% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 9.7%, sendo neste grupo etário que existe a maior concentração do número de com 87% dos mesmos. 

Num total nacional de 7.925 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 3.497 (+34), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 2.775 (+47), a região Centro com 1.197 (+28), o Alentejo soma 324 (+9), Sul com 92 (+4), os Açores com 22 (=) e a Madeira com 18 (=).

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Estão internados em unidades hospitalares do país: 3.770 (+215) doentes, dos quais 558 (+18) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam um aumento de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.

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Quadro de dados acumulados nacionais por região:




Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.

COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.

Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.

A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF






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