Novo máximo de doentes infetados com 10.698 novos casos e 148 mortes a lamentar por Covid-19 | Recuperaram 5.063 pessoas | Novo confinamento entra em vigor ás 00:00 horas de 15/01

Saúde | O boletim epidemiológico da DGS de 14 de Janeiro de 2021 mostra-nos mais 10.698 novos doentes infetados nas últimas 24 horas, a lamentar a ocorrência de mais 148 mortes por Covid-19. Por outro lado recuperaram mais 5.063 pessoas da infeção pelo vírus e voltou a aumentar o número de doentes internados para 4.368, destes 611 em cuidados intensivos. Novo confinamento a partir das 00:00 horas de 15 Janeiro até 30 de Janeiro.

DR

Continuamos em Estado de Emergência nacional, com este a ser alargado em mais um mês, até 15 de Fevereiro, sendo que serão feitas reavaliações da pandemia de 15 em 15 dias.
Novo confinamento geral foi decretado, com o dever de permanecer no domicilio a ser uma prioridade. Escolas continuarão abertas, teletrabalho é obrigatório e as coimas são duplicadas no seu valor para quem não cumpra.

O número de doentes infetados continua em alta, com novo máximo a ser atingido. As vigilâncias ativas continuam em crescendo, sendo já mais de 130 mil as pessoas em isolamento profilático, com a atenção das autoridades locais de saúde.
Também os doentes a necessitar de tratamento hospitalar continuam em crescendo, atingindo números que ainda não tínhamos visto. Os óbitos por Covid-19 estão na casa das centenas e hoje foi atingido um novo máximo. Todas as precauções devem de continuar a ser tomadas e ainda mais respeitadas, estamos numa situação nunca antes vista.

Os dados apresentados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que: 
  • No total acumulado são: 517.806 casos positivos confirmados, com os 10.698 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
  • Foram 5.063 os doentes recuperados da infeção pelo vírus, somando agora um total de 387.607;
  • São mais 5.487 novos doentes infetados, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 121.815 doentes ainda ativos pela infeção do SARS-COV-2;
  • A região de Lisboa e Vale do Tejo Norte volta a ser a região com mais casos confirmados das últimas 24 horas, com cerca de 44% do total;
  • Voltou-se a ter o registo de mais 148 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 8.384, por Covid-19;
  • Em vigilância ativa existiu um aumento com mais 8.105 pessoas, são agora 138.992 que estão em contacto com as autoridades de saúde.


A taxa de letalidade global é de 1.55% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 9.7%, sendo neste grupo etário que existe a maior concentração do número de com 87% dos mesmos. 

Num total nacional de 8.236 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 3.604 (+35), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 2.981 (+71), a região Centro com 1.298 (+29), o Alentejo soma 356 (+9), Sul com 101 (+2), os Açores com 22 (=) e a Madeira com 22 (+2).



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Estão internados em unidades hospitalares do país: 4.368 (+128) doentes, dos quais 611 (+15) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam um aumento de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.

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Quadro de dados acumulados nacionais por região:




Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.

COMO SE PROPAGA?

O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.

Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.

A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.

Sintomas mais comuns:
  • febre
  • tosse seca
  • cansaço
Sintomas menos comuns:
  • tensão e dores musculares
  • dores de garganta
  • diarreia
  • conjuntivite
  • dor de cabeça
  • perda de paladar ou olfato
  • irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF





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