Saúde | O boletim epidemiológico da DGS de Quinta-feira dia 10 de Dezembro revela que, Portugal registou mais 3.134 novos doentes infetados nas últimas 24 horas. A lamentar a ocorrência de mais 86 mortes por Covid-19. Por outro lado recuperaram mais 4.848 pessoas da infeção pelo vírus. Diminuiu o número de doentes internados para 3.304, destes 509 em cuidados intensivos. A partir desta quarta-feira entraram em vigor e poderão prolongar-se até 7 de Janeiro e revistas a 18 de Dezembro.
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| DR |
Estamos em estado de emergência, prolongado até dia 23 de Dezembro 2020, e poderá ser prolongado até dia 7 de Janeiro de 2021. Não devemos descurar as medidas governamentais preconizadas, e ainda respeitar as diretrizes da DGS.
Os dados apresentados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que:
- No total acumulado são: 335.207 casos positivos confirmados, com os 3.134 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
- Foram 4.848 os doentes recuperados da infeção pelo vírus, somando agora um total de 259.548;
- São menos 1.800 doentes infetados, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 70.381 doentes ainda ativos pela infeção do SARS-COV-2;
- A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 40% dos casos positivos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 86 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 5.278, por Covid-19;
- Os doentes em vigilância ativa tiveram uma diminuição com menos 772, são agora 75.633 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde.
A taxa de letalidade global é de 1.5% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 87.6%.
Num total nacional de 5.192 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 2.537 (+32), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1.831 (+37), a região Centro com 697 (+14), o Alentejo soma 136 (+2), Algarve com 56 (+1), os Açores com 19 (=) e a Madeira com 2 (=).
Estão internados em unidades hospitalares do país: 3.304 (-28) doentes, dos quais 509 (+5) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma diminuição de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:febretosse secacansaçoSintomas menos comuns:tensão e dores muscularesdores de gargantadiarreiaconjuntivitedor de cabeçaperda de paladar ou olfatoirritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF
- No total acumulado são: 335.207 casos positivos confirmados, com os 3.134 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
- Foram 4.848 os doentes recuperados da infeção pelo vírus, somando agora um total de 259.548;
- São menos 1.800 doentes infetados, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 70.381 doentes ainda ativos pela infeção do SARS-COV-2;
- A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 40% dos casos positivos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 86 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 5.278, por Covid-19;
- Os doentes em vigilância ativa tiveram uma diminuição com menos 772, são agora 75.633 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde.
A taxa de letalidade global é de 1.5% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 87.6%.
Num total nacional de 5.192 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 2.537 (+32), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1.831 (+37), a região Centro com 697 (+14), o Alentejo soma 136 (+2), Algarve com 56 (+1), os Açores com 19 (=) e a Madeira com 2 (=).
Estão internados em unidades hospitalares do país: 3.304 (-28) doentes, dos quais 509 (+5) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma diminuição de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.
Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
febre
tosse seca
cansaço
Sintomas menos comuns:
tensão e dores musculares
dores de garganta
diarreia
conjuntivite
dor de cabeça
perda de paladar ou olfato
irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF





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