Portugal com mais 86 mortes a lamentar e 3.835 novos casos positivos nas últimas 24 horas | Recuperaram mais 4.124 pessoas da infeção
Saúde | O boletim epidemiológico da DGS de Sábado dia 19 de Dezembro revela que, Portugal registou mais 3.835 novos doentes infetados nas últimas 24 horas. A lamentar a ocorrência de mais 86 mortes por Covid-19, ultrapassando as 6 mil mortes. Por outro lado recuperaram mais 4.124 pessoas da infeção pelo vírus. Diminuiu o número de doentes internados para 2.973, destes 485 em cuidados intensivos.
![]() |
| DR |
Estamos em estado de emergência, mantem-se ainda em vigor o restrito até 23 de Dezembro 2020, sendo prolongado até dia 7 de Janeiro de 2021. Não devemos descurar as medidas governamentais preconizadas, e ainda respeitar as diretrizes da DGS.
Os dados apresentados pela DGS nas últimas 24 horas em Portugal revelam que:
- No total acumulado são: 370.787 casos positivos confirmados, com os 3.835 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
- Foram 4.124 os doentes recuperados da infeção pelo vírus, somando agora um total de 294.814;
- São menos 375 doentes infetados, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 69.910 doentes ainda ativos pela infeção do SARS-COV-2;
- A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 30% dos casos positivos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 86 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 6.060, por Covid-19;
- Os doentes em vigilância ativa tiveram uma diminuição com mais 2.071 são agora 79.503 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde.
A taxa de letalidade global é de 1.55% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 9.7%, sendo neste grupo etário que existe a maior concentração do número de com 87% dos mesmos.
Num total nacional de 6.060 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 2.873 (+43), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 2.091 (+29), a região Centro com 845 (+10), o Alentejo soma 160 (+4), Algarve com 63 (+1), os Açores com 21 (=) e a Madeira com 7 (+1).
Estão internados em unidades hospitalares do país: 2.973 (-88) doentes, dos quais 485 (+1) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma diminuição de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:febretosse secacansaçoSintomas menos comuns:tensão e dores muscularesdores de gargantadiarreiaconjuntivitedor de cabeçaperda de paladar ou olfatoirritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF
- No total acumulado são: 370.787 casos positivos confirmados, com os 3.835 doentes confirmados nas últimas 24 horas;
- Foram 4.124 os doentes recuperados da infeção pelo vírus, somando agora um total de 294.814;
- São menos 375 doentes infetados, na relação entre positivos e recuperados, estando assim 69.910 doentes ainda ativos pela infeção do SARS-COV-2;
- A região do Norte voltou a ter mais casos do que as restantes regiões do país com cerca de 30% dos casos positivos;
- Voltou-se a ter o registo de mais 86 óbitos a lamentar, nas últimas 24 horas, passando a um total de 6.060, por Covid-19;
- Os doentes em vigilância ativa tiveram uma diminuição com mais 2.071 são agora 79.503 pessoas que estão em contacto com as autoridades de saúde.
A taxa de letalidade global é de 1.55% e a taxa de letalidade acima dos 70 anos é de 9.7%, sendo neste grupo etário que existe a maior concentração do número de com 87% dos mesmos.
Num total nacional de 6.060 mortes por covid-19 a lamentar, o Norte regista o maior número de óbitos, 2.873 (+43), seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 2.091 (+29), a região Centro com 845 (+10), o Alentejo soma 160 (+4), Algarve com 63 (+1), os Açores com 21 (=) e a Madeira com 7 (+1).
Estão internados em unidades hospitalares do país: 2.973 (-88) doentes, dos quais 485 (+1) estão em unidades de cuidados intensivos, dados que revelam uma diminuição de doentes a precisar de atenções dos profissionais de saúde diferenciados e um aumento do número de pacientes a necessitar de cuidados mais específicos.
Nota de redação: Todos os dados reportados, são facultados na página da DGS, ou em páginas dos municípios, reservando-se aos mesmos os seus direitos e passagem de informação no blogue.
COMO SE PROPAGA?
O vírus que causa a COVID-19 transmite-se principalmente através das gotículas que são geradas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou expira. Estas gotículas são demasiado pesadas para ficarem suspensas no ar e depositam-se rapidamente em pavimentos ou superfícies.
Qualquer pessoa pode ser infetada ao inspirar o vírus se estiver a uma grande proximidade de alguém com COVID-19 ou tocar numa superfície contaminada e, em seguida, nos olhos, no nariz ou na boca.
A COVID-19 afeta cada pessoa de formas diferentes. A maioria das pessoas infetadas desenvolve a doença com sintomas ligeiros a moderados e recupera sem necessidade de hospitalização.
Sintomas mais comuns:
febre
tosse seca
cansaço
Sintomas menos comuns:
tensão e dores musculares
dores de garganta
diarreia
conjuntivite
dor de cabeça
perda de paladar ou olfato
irritações na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
PJCruz ANF-MAF





Comentários
Enviar um comentário
Daremos resposta à sua questão dentro de breves instantes
Obrigado pela visita.